sexta-feira, 11 de abril de 2008


Elvira, querida amiga, à segunda corre melhor, vai ver.

Enquanto decorre o tempo de espera, tente melhorar naquilo que falhou.

Um grande beijo para si, e quando estiver encartada, está convidada para vir cá almoçar connosco.

Um beijo grande e melhoras

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Um minuto da vossa atenção

A Azul precisa de uma mãozinha, e o Dolby também.
Leiam, e se puderem ajudar, tanto melhor.

Ossos do ofício


- Teacher, o G. gosta de ti por amor.Hihihihi....- diz o F., aquele grande cromo.

- Está bem, F., passa o que está no quadro.

- Mas, ó teacher, é mesmo por amor! Ele contou-me!- insiste o F.

- Hum, hum. Passa.

- Teacher, eu não quero ir ao intervalo, fico aqui contigo, está bem?- uma vez mais, o F.

- Podes...Mas para quê?

- Porque o G. vai-me bater.

- É justo. Por acaso gostavas que eu contasse à turma que tu gostas da M.?

- Ó TEACHER!!! NÃO ERA PARA DIZERES!!


Pode ser que assim aprenda a guardar segredos.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Na retina


A taste of snow



São Pedro:

Um tornado???
Mas....
Não sabes encaixar uma piadinha?
Era para te convidar para uma coisa, agora já não convido!

(Hoje levanto voo e aterro na Chamusca. Este moço tem cá um mau perder...)

terça-feira, 8 de abril de 2008

O J.L.

Acho que já falei anteriormente do J.L....
Ora, o J.L., é um puto ultra-inteligente, espertíssimo, desenha muito melhor do que eu (o que não é difícil), e tem um vocabulário que me deixa aparvalhada (novamente, não é assim tão difícil, mas enfim).
O problema é que o J.L. é um lunático: vive num mundo de dragões, ninjas e pianos voadores. E pior ainda, não respeita a integridade do de nada inanimado que o rodeie: rói a tampa do tupperware do lanche, come papel, apaga com a saliva, pinta com as raspas dos lápis e estraga a parede, cadeira e mesa com as canetas. O que me deixa a modos que PASSADA é que ele faz isso distraído, e não por maldade. Parece que sai do transe quando ralho.
Pois hoje, o amigo J.L. voltou a sujar tudo à volta dele, e a arrancar bocados de estuque da parede , actividade esta que durou o dia todo! Ora eu apanhei a turma às 4 e meia e a secretária dele estava uma valente bodega.
Mais uma vez, o castigo manteve-se, varrer o lixo resultante da escavação da parede. Qualquer dia chega à outra sala, tipo Prison break. O busílis da questão é que o amigo J.L. já varreu a fila dele umas 4 ou 5 vezes, e o feitiço começou a virar-se contra o feiticeiro, que sou eu:
- TEACHER! O J. TEM A MESA CHEIAS DE RASPAS E O CHÃO ESTA TODO SUJO!- berra a vizinha do J.L.
- Ai sim? J., vai buscar a vassoura. Já sabes como é.- Eu, pois claro.
- POSSO VARRER A SALA TODA? EU JÁ SEI VARRER MUITO BEM!-diz o J.L., de sorriso de orelha a orelha.
Querem apostar que na quinta me pede para varrer, mesmo que não suje o chão?

Reuniões na escola. Acrescente-se a carteira da pucca, e sou mesmo eu.

segunda-feira, 7 de abril de 2008



É mais ou menos neste pé que estamos, Sr. São Pedro: de guarda-chuva num dia de sol!Vamos lá ver, isto de andar de casaco e tal, não apetece! Ainda ontem andei de chinelito, e hoje ando de botas?? Não te admires se fizermos uma manifestação para te pores a andar daí. Isto da maneira que anda, o sol é como um serviço público, e digamos que está a funcionar como uma repartição de finanças...Vá, pelo menos no fim-de-semana, deixa o solinho brilhar, sim?

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Amiguinhos:

Vão lá aos vossos mails, senão aqui a amiga tem um enfarte no miocárdio, e isso ainda é coisa para doer um bocadito.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Tunas...

Normalmente, eu exponho-me a situações problemáticas, como forma de inspiração para o blog. Se não sou eu a expor-me, as situações vêm ter comigo, é um encanto natural...
Ora, hoje, como tenho a manhã livre, não me expus a nada, pelo que accionei o plano B: ver a praça da alegria. E mesmo depois de ter ouvido a velhota surda de Santarém a completar o ditado "quem tem boca...", pensei que o dia de hoje estaria parvoíce-free, mas não!
Estava já eu a carregar no botão (devido à falta de pilhas aquilo exige força, porque eu sou daquelas que acredita que as parvas das pilhas precisam é de força) para desligar o aparelho de televisão (também digo "telefonia"), eis senão quando aparece uma tuna feminina a fazer a sua performance do grito académico. Pronto. Agora sim o meu dia está completo!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Eu quero um prédio só para mim

Caro amstronço do andar de cima:

A nossa relação começou mal. Naquele dia de Verão, em que eu não conseguia abrir a porta, e que te pedi delicadamente que abrisses, e que tu, meu grande anormal, ignoraste e desligaste o intercomunicador, eu sei que tu estavas num dia mau. Aliás, eu tenho para mim que tu, num ano bom, tens 3 dias mais ou menos bem-dispostinhos. Poucochinho, portanto. E eu, má pontaria.
Também é verdade que desde esse dia a coisa tem tido os seus altos e baixos. Repara que, mesmo depois de me teres inundado a sala com a estúpida da goteira da estúpida da tua florzinha, eu fiquei-me pelo esbracejar e pelo chamar-te nomes em surdina, não tivesse eu um marido que é uma jóia...
Também nunca interferi com o facto de deixares a miúda mais nova a berrar no hall, enquanto carregas as compras. Nunca.
E daquela vez- bem, tu és magnífico!- em que iniciaste uma sessão de chapadas mesmo à minha porta, e eu que estava a dar explicação, só gritei anormal duma figa, não liguei à protecção de menores...
E sabes a melhor? Eu acredito mesmo que, mesmo que vistas tudo timberland e sacoor, não passas de um matarruano. Curioso, não?
Bom, isto tudo para te dar os parabéns. Meu amigo, desta excedeste-te. Aquela da música no coração com o piano, esteve bem...mas nada que se compare a isto! Pôr a Yolanda, yolanda, és tudo o que eu sonhei, num feriado em que eu até estou com a bela da dor de rins, porque Deus achou que a Eva tinha feito merdinha, é de génio.
Uma salva de palmas para ti! A seguir temos o quê? Bonga? Vá, estou aqui que nem posso. Mas isso bem alto! Senão ainda pensam que não és um bronco qualquer.

Uma questão de identidade

Vim agora do blog da TCL, e estou deveras feliz. É uma felicidade algo parola, eu sei, mas é minha, por isso, faz sentido.

Ora a TCL chama-se Maria Teresa, e conta lá no blog dela que a irrita ser atendida numa loja ou interpelada via telefone, sendo tratada por D. Maria (já sem falar nas alarvidades de Senhora DÓna Maria...). Ora eu senti-me vingada! É que é mesmo isso! Eu chamo-me mesmo Maria, mas não só Maria, e sempre me irritou tratarem-me só por Maria, e acreditem qe não é por adorar o segundo nome. Acreditem que não é. Na escola primária era a Maria *****. Sempre assim foi. Não me soava estranho, era o nome que ouvia diariamente, sem tirar nem pôr. Ao longo daqueles quatro anos habituei-me a ouvir-me. Entretanto, ingressei no ciclo e a coisa modificou-se: apenas a Directora de Turma me tratava pelos dois nomes, os outros professores começaram a querer chamar-me só por Maria, afinal de contas não havia mais nenhuma, e sempre facilitava entre as Saras e as Martas...Mas não fui na conversa, e assim que começava o fadário da chamada, lá se ouvia o "não gosto que me chamem Maria, prefiro ****"

E pronto, criou-se a private joke da turma e da família e amigos por arrastamento. Assim que se iniciava um ano lectivo, era ouvir os risinhos na sala assim que o desgraçado do professor dizia "Maria, quem é a Maria?". Era automático, virava-se tudo para mim, à espera da resposta pronta.

Em casa, para me moerem faziam o mesmo. Estranhamente, a única pessoa que me chamava Maria e que não me chateava, era a minha avó.

Enfim...

E, curiosamente, foi este o nick que escolhi para o blog...vá-se lá perceber isto!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Caríssimos:

Em resposta aos comentários que carinhosamente (vá, fica bonito) deixaram no post anterior, venho dizer publicamente que a Celeste é capaz de ser a Psicóloga que me fará mudar a opinião que tenho acerca da sua classe profissional. Porque é verdade que sou bruta, mas também tenho bom íntimo (a minha mãe pode atestar, já o marido é outra conversa...). Logo nos primeiros tempos do blog (como se isto tivesse muito tempo, mas vá) dediquei um post aos psicólogos; entretanto fui de férias e uma psicóloga foi lá moer-me o juízo. Na altura nem estive para me ralar (embora lhe tenha respondido alguma coisinha, também com um belo dum bronze, queria cá saber da ressabiadazeca), até porque o azedume da dita em nada modificou as minhas convicções (chamemos-lhe assim, embora eu saiba que se trata de uma mania). Mas eis senão quando, escrevo isto e descubro que a Celeste é afinal psicóloga e também é da opinião que aviar umas galhetas na fedelha seria a atitude a tomar! Pois bem, a minha vida agora faz sentido, ou não, mas vá, o sono tolda-me o sentido do ridículo... Isto de estar a ouvir a Liga dos Últimos de fundo...
Quanto a ti, Piston, podes comentar à vontadinha. Isto por cá é assim, como tu bem sabes. E se tiveres uma opinião um nadinha- como dizer?- contrária à minha eu apago, logo, um viva à democracia!

segunda-feira, 31 de março de 2008

Geração Ringtone, ou Club Jamba, ou lá o raio


Ouvi hoje o irmão do Pinto da Costa dizer que a expulsão da miúda do Carolina Michaelis não é uma boa medida, uma vez que o problema dela não está a ser resolvido, está a ser escondido.

Diz ele que a miúda precisa de acompanhamento psicológico, e de ser apoiada socialmente, de forma a tornar-se uma cidadã responsável.

E pronto, a minha tensão arterial subiu a níveis inimagináveis.O que eu esperava, afinal não tardou: já estão a arranjar maneira de justificar o comportamento da miúda. A falta de educação não é justificável.

Ainda hoje um aluno da mesma escola referia às câmaras que a ele também lhe tinha acontecido uma situação semelhante, mas que ele "apenas" tinha exigido o telemóvel e chamado nomes à professora, uma coisa sem importância...Se a professora lhe tivesse chapado uma murraça nos dentes da frente, se calhar, ganhava importãncia. Ou será que não? Bora experimentar?

Agora que penso nisso, em vez de me ter inscrito numa formação sobre o Inglês no 1º ciclo, deveria inscrever-me em aulas de kung fu.


Nota da redacção


Cara Matilde:


Um mata-velhos é um papa-reformas. Esclarecida? Hum? Mais alguma coisinha?


Saudações recheadinhas de Prozac

domingo, 30 de março de 2008

E não é que afinal o gajo tem piada?

Ontem, fui com o Eskisito ver um espectáculo do Nilton. Eu sei, eu sei. Ninguém gosta do Nilton, e assumo que, há coisa de umas horas, eu inseria-me nesse grupo de gente desavinda.
Pois bem, meus ricos, o hóme tem piada sim, e muita. Imagine-se o Teatro Sá da Bandeira que ainda tem capacidade para um molho jeitoso de gente, estar reduzido a umas 20 pessoas...Ora, o desgraçado deve ter ficado mesmo de rastos. Mas não! O moço deu a volta à coisa, ainda encetou conversa com o Eskisito sobre as alegrias da vida conjugal (ou a teoria "é melhor estares calado, senão ainda dormes no sofá"), meteu-se com algumas raparigas- uma delas acompanhada do pai-, eu sei lá o que ele para ali arranjou para transformar o espectáculo numa conversa.
Vá, da próxima vez que virem um cartaz que anuncie um espectáculo do rapaz (coisa que aqui por Santarém não aconteceu...), vão ver.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Once upon a time, eu, sem nada que fazer, criei um blog

A Sahara e a Restelo, passaram-me um desafio que eu achei bem catita. Ora, as gajas querem saber porque é que eu criei o blog, pois bem, eu explico.
Ao início, o que me moveu foi pura competição: o Eskisito criou um e eu criei um também, só para não me ficar atrás (daí a minha úrsela...).
Depois, quando estava a escolher o nome para o dito, pensei que seria fixolas abordar temas como se de uma análise psiquiátrica se tratasse, uma forma de perceber a realidade com muita palermice à mistura. E pronto, basicamente é isto. Ficaram na mesma como a lesma? Também, credo, não percebem nada...pfff.
Então vá, digamos que a frase que mais define o motivo pelo qual criei o blog, tem que ver com a frase que os meus amigos (uns bloggers, outros nem por isso, mas também com alguma geekzice no corpinho...) me dizem quando lêem as minhas coisas: É como estar a falar contigo.
E dirão vós, meus caros, "e isso é bom"? Pois, não sei. É o que é, e vale o que vale. Falo muito e depressa? Sim. Digo muitas baboseiras? Sim. Logo, é verdade, o meu blog sou eu, mas num formato escrito, o que por si só é muito positivo, porque a versão falada não obedece ao retroceder.
E agora, as vossas vidinhas fazem muito mais sentido? Não? Pois claro, e estavam à espera de quê?
Bom, amiga MCA, tu disseste que eu tinha lá um desafio no teu coiso, ora eu fui lá e não vi nada. Será que era este? Hum? Aguardo resposta.
Pois bem, agora que vocês estão aí na descontra, ah e tal ela não vai passar a ninguém, TOMEM LÁ! O desafio é passado a: ( e ai de quem não responder, eu amuo e faço um escândalo)

Eskisito (Como se eu não soubesse...Tu querias era dizer, ah e tal vou ao blog, para depois estares a ver aqueles sites coiso e tal)
Lisa (Além do mau-feitio, vá!)
Flávio (e podes pôr lá que foi por um motivo todo cheio de significado, que eu até sei a verdadeira razão. É verdade, para quando o tal blog/clube de fãs do Tony? Andas sempre a falar nisso e não vejo nada.)
Dualidades (Pois, lá está, de facto não sei...)
Celeste (Que vive numa sucursal do meu FimdeMundo)

Não, não fiz links. Tou de férias, carago!

Um ano depois...


Faz hoje um ano que uma certa rapariga bonita me pediu para que lhe criasse um blog. Isto um mês depois de eu ter criado o meu e de ter ouvido a frase "Um blog para quê? Isso é mesmo estúpido!". Feitios.
Após uma certa discussão, achámos que "O consultório da Maria" seria o melhor dos nomes. Em homenagem ao famoso consultório da mítica revista Maria, este seria um desses espaços em que nada seria abordado com a seriedade necessária.
O menino foi crescendo. Teve o seu primeiro pico de audiências quando foi escolhido para ser lido na Comercial no programa "O meu blog dava um programa de rádio". Ao som de Paulo de Carvalho, entre outros, as palavras deste blog ganharam vida.
Depois foi a famosa competição do leitor 10000. A última vez em que estive perto dela no número de visitantes. Desde aí acumula novas visitas e está agora com uns surpreendentes 30 e tal mil visitantes.
O que posso eu dizer deste blog? Nada. Tudo. A sua autora é louca, chata, aborrecida, neurótica e teimosa. É amorosa, tímida, simpática, carinhosa e caridosa. Esta combinação de emoções têm resultado no que é, para mim, um dos melhores blogs de toda a blogosfera portuguesa. Pode não abordar política, pode não ser escrito por alguém famoso, mas para todos os que aqui diariamente entram, este blog é a lufada de ar que necessitamos por vezes para continuar a rir no nosso dia-a-dia.
Por isso, e como me cabe a mim a honra de ser o primeiro convidado a escrever neste blog para além da autora, Parabéns "O Consultório da Maria". Mas principalmente, Parabéns à Maria do Consultório.


Texto escrito por Eskisito, do blog "eskisito rules"

segunda-feira, 24 de março de 2008

O jejum, o medronho e as concentrações...hic!




Ele foi ensopado de borrego, borrego assado, fessuras, ou fressuras ou lá o raio...Ele foi uma carrada de cacholeira e linguiça grelhadas...Ele foi medronho, licor de romã e tudo e tudo...


Digamos que vá, cá por casa não se liga muito ao jejum e à questão do sacrifício e tal.


O T. já diz pai, mãe, água, péu (chapéu), pão (embora esta tenha sido com batota, que eu bem o vi a ler o que estava escrito no pano), cão, tia é que está difícil. Enfim.


Foi um bom fim-de-semana. Estive com alguns amigos, sendo que um deles está para Madrid e não o via há 10 anos (e dez quilos?). Sabe bem estarmos com aqueles que levaram chapadas na tromba por não saberem o Mais-que-Perfeito do Indicativo do verbo exalar, e que aguentaram firmes e hirtos. Éramos uns rijos. Agora ele é um profissional de sucesso e eu sou professora. AHAHAHAHAHAHAHAHAAH! Ah sorte macaca...


Resumindo e baralhando: estou de volta à grande super-potência do país, o FimdeMundo, e Oh que grandes mudanças se operaram na minha ausência! A rua ******* tem mais 2 mata-velhos estacionados e a rua ****** tem mais 3 buracos dentro dos buracos. Depois reparei que estavam TODOS os trabalhadores da autarquia a cortar a relva do único espaço verde cá da terra. Alcatrão que é bom é que não apetece. Também houve uma concentração durante a minha ausência. Como o panfleto não especificava a tipologia da dita concentração, aceitam-se apostas quanto à actividade levada a cabo. O brainstorming que fiz com o eskisito deu frutos bem catitas.




Nota: Se a cachopa da filmagem tivesse berrado para mim daquela maneira, engolia o telefone. Só para que conste. Que eu hoje não estou para me aborrecer.
Nota 2: A opinião da família é unânime: passei ao lado de uma brilhante carreira de xilofonista (daqueles do Noddy).

sábado, 22 de março de 2008

Pois, diz que...

Esqueçam lá a questão da dieta. É escusado.
A partir de segunda só como oxigénio e vou pedalar mais que o Indurain (google it...).