segunda-feira, 12 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
O antes e o depois
Há dias conversava com uma amiga sobre os namoros, as escolhas, e a vida real. Ela falava-me de um amigo, alguém de quem ela gostara muito em tempos idos, e que, por força das circunstâncias- que é como quem diz, a namorada dele e o namorado dela- não deu em nada.
Ela dizia que ele fora uma pessoa muito importante na vida dela, porque foi ele quem a obrigou a tomar uma decisão relativamente à pessoa com quem queria estar.
No entanto, um destes dias ele ligou-lhe e disse-lhe que, bastaria ela ter dito um palavra nesse sentido, e ele teria desistido de tudo em prol dela.
Disse-me isto algo incomodada, como se aquele telefonema tivesse vindo agitar águas há muito apaziguadas. No entanto, e percebendo isso nos olhos dela, puxei o assunto do primeiro beijo, das borboletas no estômago, da espera, da paixão e da vontade irreprimível de estar com o outro.
Concordando, sorrindo, ela disse-me que este telefonema a levou a pensar nisso mesmo, na impossibilidade de um começo. Porque já se sabe tudo, porque já não há nada no outro que nos possa surpreender, porque o ir jantar fora parte de uma conversa e não de um convite apaixonado; porque o beijo passa a ser uma rotina e não uma descoberta...
E agora? Valerá a pena abdicar da segurança, do hábito, por uma possibilidade adolescente? Por que estas águas também serão apaziguadas...
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
Mas que tá giro, tá
Se tivesse passado o serão de ontem a fazer o que devia em vez de fazer aqui o Gaspar, a esta hora não estava à beira do colapso.
Ai...
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13:45
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MINHA PÁTRIA É A LÍNGUA PORTUGUESA
EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA
CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO
(Ao abrigo do disposto nos Artigos n.os 52.º da Constituição da República Portuguesa, 247.º a 249.º do Regimento da Assembleia da República, 1.º n.º 1, 2.º n.º 1, 4.º, 5.º, 6.º e seguintes da Lei que regula o exercício do Direito de Petição)
Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.
2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado) e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.
Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Doutor Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.
3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em "acordos" mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.
O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.
4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.
É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes "mudas" – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.
A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).
Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.
Ana Isabel Buescu
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terça-feira, 6 de maio de 2008
Saved by the bell
Já tive oportunidade de vos falar da tendência algo estúpida da minha gata em roer, babar e esconder os meus totós do cabelo. Assim sendo, e para não ser acusada de sádica com uma gata tão querida (NOT), tomei uma decisão: não há cá elásticos para o cabelo, há molas e quando se der o caso de não saber do seu paradeiro (aqui a culpa não é da gata, é do meu amigo alzheimer, uma barrigada este gajo! Prega-me grandes partidas. O dia que ele me esconder as chaves e passar um serão ao relento é que vai ser bonito), agarra-se no belo do lápis e espeta-se no alto da pinha para segurar a trunfa.
Como sou mulher de convicções, não estou de modas, e quando o calor aperta ou me começo a enervar com algum baixote, agarro no belo do lápis (bem afiado, senão arranco metade da juba) em vez de o espetar na têmpora da criatura - ou na minha- e enfio-o no belo do monho.
As miúdas acham piada, como se nunca tivessem visto tal coisa, e os putos começam a cochichar e a discutir a minha sanidade mental com frases ditas para o ar assim à laia de pensamento em voz alta:A teacher tem um lápis enfiado na cabeça...
Claro que eu podia aproveitar para os achincalhar, mas azar dos azares, é anti-pedagógico usar um tom irónico. A parte divertida da coisa tinha logo de levar a distúrbios comportamentais. Resta-me acenar com a cabeça, e corrigir está espetado no cabelo, na cabeça ainda não, mas lá para o fim do mês de Junho és capaz de ter sorte.
Pois bem, hoje, a C. e a R. resolveram trazer-me um valente stock de totós. Devem ter achado que eu não estava familiarizada com o conceito de pôr um elástico para segurar o cabelo...
Tendo em conta a piolhada que anda pela escola, estão a ver a minha sorte né?
- Teacher, põe lá o roxo! É meu!
- Er...ó C., não pode ser, fica mal, eu estou de encarnado.
- Está aí um encarnado, teacher!
- Olha que bom!E ainda tem uns cabelinhos teus agarrados...GULP!
Depois foi só correr para o caixote do lixo mais recôndito e rezar para encontrar totós roxos, encarnados, amarelos e verde ranho.
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segunda-feira, 5 de maio de 2008
That's what friends are for...
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Influências nefastas de uma madrinha
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domingo, 4 de maio de 2008
A stupid test a day keeps the shrink away
É domingo, o Eskisito ressona placidamente e eu tenho de me entreter sem fazer barulho. Podia ler, mas não me apetece. Vou ao blog da Dina e deparo-me com isto. Vai de fazer:

Que personagem do Seinfeld é você?
Trazido a você por Soul Fire
Tenho alguém no meu pé? Posso jurar-te que não. Mas deixa cá verificar outra vez, posso ter visto mal...Não, nada.
Auto-confiante demais? Pffff...Queres dizer alguma coisinha chicken-shit?
Ai sou sexy? Ah isso é bom! E se és tu, teste idiota que o dizes, eu acredito. Mesmo que eu seja uma mal-encavada ramelenta? BOA! (Não vamos voltar à questão da leitura linear, pois não, Hzolio?)
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sábado, 3 de maio de 2008
Uma sapatada na boca ainda era pouco
Há uns anos trabalhei numa loja. Durante o tempo que lá estive aprendi muitas e variadas maneiras de não dar em maluca, em suma: tive dias de cão, mas também tive dias muito, muto bons.
Hora de fecho, Mariazinha começa a olhar para o relógio, eis senão quando entram duas dondocas típicas, muito apressadas.
Dondoca1- Vai fechar?
Eu- Boa tarde. Por acaso já devia era ter fechado, mas diga...
Dondoca2- Vamos para um casamento em ******* e a minha filha não tem sapatos! Precisava de umas sabrinas brancas, número **
Eu- Muito bem, vou buscar.
Dondoca1- (Para a amiga) Tu despacha-te, olha que ainda temos de ir comer alguma coisa ali ao Méquedónal.
Eu, que vinha a descer as escadas, já a ver a bela seca que estavam prestes a pregar-me, ouço esta pérola:
Dondoca2- Não há problema. A gente vai ali pelo Épi Mil, e escusamos de entrar. É mais rápido.
Dondoca1- Ah boa!
Depois fingi que me tinha entrado uma coisa para a vista- tipo um Big Mac- e lá disfarcei.
E porque me lembrei eu disto? Porque me apetece um McDrive.
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Guida Maria: a filha do demo

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sexta-feira, 2 de maio de 2008
Lucas: o gato-lontra
Há um A.C e um D.C na existência deste gato. Entenda-se um Antes da Castração e um Depois da Castração.
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quarta-feira, 30 de abril de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Estou indignada!
Puto de 18 anos que vê telenovelas e que trabalha no café da mãe- Boas!
Eu- Boa tarde. Um café, se faz favor...
Puto de 18 anos que vê telenovelas e que trabalha no café da mãe: Hum, hum...
Eu- E dê-me também uma frize de limão.
Puto de 18 anos que vê telenovelas e que trabalha no café da mãe- Dessas não tenho. QUERES de chá verde com limão?
Eu- Er...pode ser.
Afinal não era eu que ouvia mal! O puto trata-me por tu! Mas que porra é esta? Tenho ar de quem anda no secundário? Hã?
Quando é que eu ganho o respeito da sociedade que me rodeia? Quando?
Não volto a comer ovos Kinder com o café. Agora é bagaço!
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Por Deus, é segunda-feira!
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domingo, 27 de abril de 2008
O que o álcool faz às pessoas
Cruxe:
Fazemos assim, se tu admitires, em sede própria que é como quem diz no blog, que o meu blog é o maior e que eu, apesar dos meus 1,68, sou também a maior, então aí eu esqueço os momentos deprimentes com que brindaste os teus amigos e família.
Posso até- e repara como eu sou boazinha- não mencionar no blog que perdeste a capa da objectiva, que me disseste 20 a 25 vezes que, o motivo da bebedeira era o facto de ser um dia especial e que só tinhas uma irmã...Obrigada, senhora dona mãe do Cruxe, por ter ficado pela A.
Se disseres muitas, muitas vezes no teu blog A MARIA, À EXCEPÇÃO DA NOIVA E DA MINHA RICA MULHER, ERA A MAIS GIRA DA FESTA, eu não menciono nada que tivesse a ver com o facto de ter dado por ti à procura da lua, enquanto a santa da tua mulher gritava, Ó C. anda para dentro do carro, antes que vá aí e venhas por uma orelha.
Viste?
Agora vê se mandas a pass que é para eu ver a rica coisa que saiu dessa máquina de 3000 euros.
E lembra-te, se tu tens minhas, eu tenho tuas. Logo, sogadito!
PS: O teu piqueno,o mai piqueno mesmo, foi eleito o puto mais castiço da festa. Eu notei nele um olhar de reprovação quando viu o pai a dormir encostado ao balcão enquanto se babava e pedia mais uma. Mas isso fica entre nós.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
Um tanto fascista, eu sei, mas vá
Eu tenho umas ideias muito giras. Mesmo, mesmo giras. Tenho dias que parece que sonho de noite para fazer de dia. Sou mesmo parva, portanto. Mas isso já nós sabemos, adiante.
Ora, com o 25 de Abril a chegar, lembrei-me de recriar o ambiente de uma sala de aula durante o Estado Novo. Porquê? Porque sou (todos juntos!) PARVA!
Portanto, aqui fica o registo de algumas pérolas:
1- PIDE? Mamavam um murro nos cornos!
2- As professoras eram muito más!
3- Ai ó teacher, isto assim, tudo caladinho, é uma seca!
4- Agora não temos PIDEs, temos empregadas. Repito: Agora não temos PIDEs, temos empregadas.
A uns 5 minutinhos do fim da aula, eu já estava ALGO enervada pelo que os mandei guardar as tralhas e sair, ao que se dá a seguinta interacção:
- E o mapa de comportamento?
- Ó P., era fácil, como não existiam ainda computadores e impressoras, os meninos ficavam com o comportamento registado na cara, na mão, no rabo...Queres MESMO fazer o mapa de comportamento da aula de hoje?
- ...
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
Gina e Hzolio:
Não, eu não sou assim tão rodas-baixas. Eu meço 1,68!
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terça-feira, 22 de abril de 2008
Vingança/Told you so/ Oh yes I would
Pérolas da vida de casada:
- Mas para quê se tu não tens celulite?
- Opá, come o que te apetece, para mim tu estás bem.
- Acho-a gira, acho...Mas tu és mais!
- Eu até acho que tem sexo a mais (sobre a série californication, que ele bebe até à última gotinha!).
- Eu leio isto mas é pelos artigos. (Revistas masculinas que ele aproveita para "ler" enquanto ajudo a Ninica na cozinha)
- O único doce que eu como é aquele da minha mãe. Sabes qual é, amor?
- Ó amor, se eu disse isso estava bêbado.
- Ó amor, se eu disse isso estava...com sono?
- Isso não é um bocado transparente/curto/aberto à frente?
- Opá, apetece-me ver um filme de acção sem argumento, posso?
- Anda cá que eu explico-te como é que o berbequim/o saca-rolhas/o telemóvel novo funciona.
- Mas tu achas que eu fico cheio com essas tuas mariquices? Eu não tenho um metro e meio como tu!
- Não digas isso! Que parece mal.
- Não faças isso! Que parece mal.
- Não respires! Que parece mal.
- Já me posso sentar agora???
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sábado, 19 de abril de 2008
Apetece-me dizer asneiras parte 294 do ano de 2008
Hoje acordei, e acho que a primeira frase que me saiu da boca foi vou ali arranhar a porta para moer os gatos, assim como assim eles fizeram o mesmo a noite toda. Desde aí até agora, tudo me corre mal.
No espaço de 8km, e 15 minutos, nasceu-me um evereste no queixo, apercebi-me que devia ter feito alguma coisinha às olheiras e comecei a sentir o nariz a pingar. Uma manhã de sábado em grande.
Entretanto, e para não me habituar mal, o gajo que adormece e acorda comigo foi para a formação e eu fiquei entregue à borbulha, ao trabalho da formação e a uma gata carente. A televisão não ligava (estava na casa de amigos, sem amigos em casa), a gata fitava-me como que a chamar-me atrasada mental, e ali fiquei eu, a controlar uma explosão de raiva agarrada ao comando. Em cima da mesa estava o computador, respirei fundo e pensei que mais valia escrever qualquer baboseira enquanto rezava aos santinhos que alguém estivesse no messenger. Ora, o computador ligou sem stresses, a gata foi dormir para o sofá, havia gente no messenger (já agora, GET A LIFE!)em suma, tudo me corria bem! Depois tentei escrever e percebi que o cabrão do teclado está em francês. Língua do demo...Desisti do computador, do post cheio de conteúdo (pois, pois) e da conversa aparvalhada de sábado de manhã no messenger.
Há dias do camandro, no meu caso há décadas do camandro. Mas adiante, que eu cá sou rija.
Era já meio dia, e tendo já meio texto feito, lá descobri o botão da extensão...A gata não me engana, ela riu-se. Parva. Para a próxima não te limpo o areão a ver como te safas.
Nisto, o homem vem almoçar, a destilar veneno sobre as parvas das gajas, geeks do catano que não se calam e que nos obrigam a estar ali armados em parvos a falar de cenas parvas. Muito gosta ele de adjectivar as coisas desta maneira...
Rissóis fritos, arroz cozido, lá fico eu entregue a um filme que não percebi, mas que muito me esforcei por perceber. Metia a Binoche e o Gere, mas fico-me por aí.
Agora, acabei de escrever o texto e quando o estou a lançar na plataforma, a net foi abaixo e fiquei sem trabalho. Vou cortar os pulsos.
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