We are family!
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12:45
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-Ó teacher, a resposta é sua? (Resposta à pergunta sobre a idade.)
-É.
- Não é nada! Está a gozar!
-Não, não estou. Passa.
Ouve-se lá do fundo uma voz doutoral, vinda da aluna que diz treuze cada 20 minutos:
- És mesmo burro! Olha lá bem para a teacher, achas que tem 27 anos? É muito mais nova!
No outro dia, estava eu na sala de professores, aquele sítio que eu, pessoalmente, dispenso a não ser que tenha meeeeesmo de lá ir, e pedi um esclarecimento a uma coleguinha que diz para a outra:
- Ai, as saudades que eu tenho dos meus vinte anos, de ser uma criança, vá!
Ora bem, eu não sou uma criancinha, táááá? Ando eu a fazer o desmame da mala da pucca e ouço isto? Terei eu de fazer uma mise como a da Sra. D. Lurdes para ser encarada como uma gaja cumadevedeser?
Estou a uns dias de fazer 28, e vem esta gente e ...francamente!
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16:27
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Querido Diário:
Lembras-te que fui colocada no dia 6? E que desde então já me aconteceu de tudo um pouco? Pois é, meu amigo. Eu, que andei a dizer mal à minha vida de cada vez que havia greve de professores até há um mês, tenho de estar em casa a destilar ranho e não posso ir à escola fazer greve ao portão. Eu, que sempre disse que assim é que se faz greve, não é a ir passear para Santarém. Sou uma vira-casacas à conta da bela da gripe. Adicionalmente, é a minha primeira greve como contratada e não tenho sequer um registo mental da confusão que gerei em vinte e tal famílias de uma vez só. Estou desiludida.
Ainda por cima, hoje fazemos 4 anos de casados: ele com uma otite e eu agarrada ao papel higiénico porque os lenços acabaram e não temos capacidade de ir à rua comprar. Iupi.
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09:31
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Raramente escrevo sobre futebol, basicamente porque não me aquece nem me arrefece. Gosto de ver a Selecção e pouco mais. O desporto-rei lá de casa de mámãe e de pápai é o automobolismo, e o futebol é uma coisinha pouco importante. Daí que o meu rico sobrinho brinque às rrridas (corridas) e aos cidentes (acidentes). Golos? Nááá.
Ora, assim sendo, ligo pouco às notícias sobre o Ronaldo, se é que é notícia que o rapazola ande com mais uma mamalhuda ou que tenha comprado mais um carro. Não me enche de orgulho que o moço tenha na estante a bola de ouro ou a bota ou lá o raio. Curiosamente, só me consegue irritar. Há nele uma tal cagança e falta de humildade que não se pode confundir com confiança e consciência do que se vale. É cagança, vaidade pura. E para se ganhar essas coisas equaciona-se o quê? A habilidade? Os golos? As capacidades? Ok, ele tem isso tudo. Mas será que se premeia a personalidade do jogador? A sua postura? O Figo tem uma coisinha destas na estante? É que eu acho que esse é o verdadeiro ídolo. Aliás, se quisermos, basta que nos paremos a pensar na nossa geração (a rasca) e é fácil de ver que os ídolos que tínhamos regiam-se por uma cartilha bem diferente.
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No sábado, vai de agarrar na trouxa e zarpar para Elvas, para passar o fim-de-semana com o sobrinhomailindo. Estava um frio do catano, mas nada que uma viagem com o aquecimento no máximo não resolvesse. Uma vez que a nossa amiga C. vinha connosco até Santa Eulália resolvemos fazer a viagem por uma rota diferente, de maneira que passaríamos a Portalegre.
A seguir a Abrantes, dá em pôr-se um frio do caraças, um bocadinho a rondar já o impossível de aturar, mas vai de seguir viagem. Gavião, granizo, gelo na estrada, carros a passo de caracol, jipe numa vala, medo, medo, medo. Fortios (perto de Portalegre) NEVÃO DO CATANO!!!!
Estudei ali 4 anos e nunca vi neve, passo lá por acaso, apanho um nevão tal que as escovas congelaram e o carro não queria andar nem por nada. Anyway, apesar de tudo, só tive pena de não poder ir até Marvão, porque aí sim estaria um espectáculo magnífico.
Adoro o meu Alentejo, pronto.
Entretanto, o sol apareceu, a neve derreteu e lá fui ter com o sobrinhito que está cada vez mais lindo, se é que é possível.
Foi um fim-de-semana bem bom, rodeada da famelga e do elemento agitador mais palrador da história.
No final de contas, o Eskisitinho não aguentou a dose e está de cama com 39 de febre. Mariquinhas...
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15:08
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Eu não sou mulher de me deixar abater. E como prova, cá vai o meu pensamento matinal enquanto via a Praça da Alegria: portanto, a Fátima Lopes, da sic, engravida. A rtp, estação de televisão sempre na crista da onda, vai de combater o domínio dos privados. Sónia Araújo, da rtp, engravida mas de gémeos!
É a isto que eu chamo concorrência, meus senhores.
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16:27
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Portanto, a médica passa-me o atestado e eu toda feliz da vida porque afinal tive sorte e não foi preciso agulhas nos braços e tal, entrego o raio do atestado e dizem-me que pagantes este mês é mentira. Niiiiice! Fiquei a dar para o chateada, digamos assim, mas depois conformei-me, que nós os pobrezinhos somos assim. É aguentar, pronto. Deito-me, durmo sobre o assunto, conformadinha como manda a lei das pessoas de bem, acordo no dia seguinte, fresca que nem uma alface, tralala, levar o lixo, tralala, dar boleia ao maridão, tralala, onde é que enfiaste o carro ontem , pá? Tralala, ataque de nervos, tralala, carro roubado (ou furtado, como diz a sôdona Diabba...pfff...deve pensar que é advogada a pindérica...)
Agora vejamos, QUEM É QUE EU CHATEEI NOUTRA VIDA? QUEM FOI O CABRÃO DO SÁDICO-VINGATIVO QUE EU TIVE O AZAR DE PISAR OS CALOS? HÃÃÃÃ????
(Perdi 4 quilos, o que, por esta leva, a seguir ao Natal, e para desmoer, deixo o carro na Amareleja e espero que apareça em Vila Real de Santo António. Se não aparecer, fico boa, boa, boa.)
(Merda para isto e para o horóscopo da Hola. Ah e tal, mudanças e ronhónhó, e ASSALTOS PÁ??? ASSALTOS!!!!! Não dizia lá???)
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Eu ri-me na cara do sistema, lá isso ri...Mas o cabrão achou que eu merecia um par de chapadas morais e záu, feito estúpido passou-me também uma rasteira moral e eu aqui estou estatelada no chão. Um chão moral, entenda-se, mas não menos frio por isso.
Nunca mais me rio do sistema, porque o sistema é lixado, e vingativo, o grande estupor...
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Eu sei que deveria ter escrito sobre isto ontem, mas a emoção deixou-me incapacitada para isto dos blogs. Fui ao belo do Atendimento Complementar logo às 9 da matina de sábado, porque sou uma mulher valente. Lá expliquei ao que vinha: que é só um papel, que eu até sou uma gaja robusta, que vá lá ver!
A senhora torceu o nariz com ares de não deves ter sorte nenhuma. Ignorei-a. Sentei-me na salinha de espera (sem revistas do ano passado! ONDE É QUE JÁ SE VIU??), olhei em redor e rezei muito aos meus santinhos para ver se não apanhava uma camadinha de doenças...Como o meu nome demorava a soar, saquei do belo do envelope da conta da electricidade que trazia na mala e pus-me a jogar ao stop com o excelentíssimo esposo, que dada a hipocondria dizia que saia dali com uma camada de ébola na certa.
Ao cabo de umas duas horas notei alguns olhares de raiva na nossa direcção, provavelmente porque não aceitei como objecto galinha e desatámos a rir. Sooooorry! Lá por se estar à espera não se precisa de estar com cara de semana santa...
Lá me chamaram, pus um ar compostinho (na medida do possível, vá...) e záu! A médica passou-me o atestado! No questions asked! Assim é que é! Nem raios-x, nem sangue, nem micros, nada!
EU RIO-ME NA CARA DO SISTEMA! Muahahahahaah...cof...cof...cof...
Ganhei por uns bons 400 pontos. Galinha...pfff...
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21:20
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Descobri que, afinal, tenho médico de família. É gaja, tem nome de pássaro, e atende uma média de 2 doentes por hora.
Ora eu, sempre ouvi dizer que estes médicos não deixam o pessoal aquecer o lugar, não auscultam, não pesam (lá está a questão da robustez...), nada. É sentar, apertar a mão e andou. Pois se assim é, porque é que a sôtora que me calhou é uma lesma? Ou será que me calhou uma competente, daquelas que mede a tensão e que se interessa pelas maleitas de pessoal? Seja como for, acho mal. Mamei ali duas horas a levar com espirros e berros, e nada de ouvir o meu nome.
Uma vez que eu vou mesmo ao médico para ver se arranjo a porra do atestado e calha-me uma competente que quer mesmo ver o pessoal.
Porra!
Resumindo, desisti, vim para casa dar explicação e amanhã lá vou perder mais uns aninhos para ver se consigo ser consultada por um médico suficientemente incompetente que me passe o papel sem sequer me olhar para a cara.
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19:04
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Preciso de uma porra de um atestado de robustez física. Não tenho médico de família há uns 3 anos, porque estou em lista de espera. Como não tenho médico, sou encaminhada para o atendimento complementar, aquele buraco negro onde as velhinhas de Sanatrém gostam muito de confraternizar.
Vou ao atendimento complementar há 2 dias e dizem-me que só poderia ser atendida a partir das 2 da tarde. Digo que pois é, mas eu tenho que estar a trabalhar nessa altura. Diz-me para voltar noutro dia que possa. Obrigadinha, sem este senhor de desembaraço superior eu não teria conseguido tomar esta decisão.
Hoje, lá vou a consulta. A cair de cansaço e com um mau ar que meteria inveja a um qualquer adolescente ressacado. Entro no corredor e não ouço barulho e penso de mim para mim: Tu queres ver que o raio das velhas não vieram? Olha que grande borrada!
Aproximo-me do guichet (bela palavrinha esta), radiante, com o olhar iluminado e com as olheiras menos profundas, digo que preciso de uma aconsulta porque não tenho médico atribuído. A senhora acena, com o pescoço dobrado, visto que está com o telefone no ombro e diz: Pera aí mãe, está aqui uma senhora. Uma senhora? Ah! Eu! Já percebi! Ao que me diz que sim, que é ali que tenho de ir, mas que o sôtor tá dóidói e para experimentar amanhã. EXPERIMENTAR? Mas que raio de merda vem a ser esta? Mas eu preciso de um médico cada 10 anos e no dia que escolho para ir ao médico buscar um atestado o gajo está doente? E não há lá mais nenhum? Hã??? Hã??? Eu dormi umas míseras horas e tenho uma porrada de Km no lombo, mulher, tu arranja-me um médico!
Mãe, espera! A senhora está a falar.
Venho cá amanhã, antes que me desgrace.
(Atestado de robustez física...É olhar para mim! Eu tiro uma foto e o médico assina!)
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Hoje, como menina crescida que sou, fui ao Registo Criminal pedir um dcumento que atesta que sou uma gaja séria. Chego lá, dou de caras com um senhor VALENTEMENTE irado com uma senhora ucraniana, ou russa ou lá o que era. Ele esbracejava, bufava, revirava os olhinhos e a senhora nada. Népias, nem se manifestava. Eu, gaja séria, lá meti o nariz onde não era chamada (séria mas cusca) e percebi que a senhora não percebia o que estava escrito no papelito que o senhor exaltado, do outro lado do balcão agitava no ar, com ares de merda-para-isto-não-há-meio-de-ser-hora-de-ir-almoçar!
O que o senhor-vulgo grande cromo- não tinha percebido é que a senhora não conseguia LER por causa da bela CALIGRAFIA e não por ser analfabeta. Lá peguei na canetinha e escrevi Avenida 5 de Outubro ronhónhó, ronhónhó.
A senhora, agradecida, foi à sua vida, e eu, como cidadã boazinha, fiquei a vê-la abalar (olha o alentejanês a vir ao cimo!). O senhor, com ares de quem me vai mandar uma gosma para a testa por tê-lo feito parecer MALVADO, BRUTAMONTES e/ou SACANA, pergunta-me com ar de desprezo o que é que quero. Eu lá explico. Cago bem de alto para a azia, por que ele é que foi o mete-nojo, eu só fui a super-mariazinha em defesa dos fracos e oprimidos. Merdinha para ti, ó Big Muzzy. Lá veio o papelito. São 3,50 euros, fáxavor.
Ó diacho. Não levantei dinheiro. Super-mariazinha, este ser que de vez em quando se sobrepõe à maria do costume, cheia de vontade de levar uma chapada com certeza, diz que deve ter mesmo à conta.
Ele suspira, bate com o dedinho no balcão e espera, enquanto o meu alter-ego procura desesperadamente por moedas. Desisto, entretanto, faltam 13 cêntimos. Digo-lhe isso mesmo. Ele revira os olhos, olha para mim com cara de mau e atira-me com uma frase cheia de maldade: se eu fosse dar borlas a todos...
Eu não pedi borlas! Onde é o MB mais próximo, fáxavor?- diz a mariazinha do costume já a bufar. Ao que o Big Muzzy me responde, vá deixe lá, você até parece boa menina.
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15:14
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Estão a ver aqueles posts que às vezes aparecem a indicar cansaço, fadiga, pouca vontadinha de fazer seja o que for? Pois eu, não querendo ser redundante, tenho a dizer-vos que é a primeira semana e já me apetece cair para o lado e deixar-me estar. Desviem-me com o pé que eu simplesmente não quero saber.
Adiante...
Já vos disse que fui contratada exactamente quando a inspecção andava a espiolhar? Pois foi. Sortuda...Andei a li a toque-de-caixa com carradas de papéis e dossiers e merdinhas que a sôdona MariadeLurdes se lembra.
Apesar de tudo, tenho uns alunos que são uns queridos. A escola é pequena e os colegas parecem-me acessíveis.
Eu sou um ser semi-alienígena, desgrenhada e absolutamente stressada com tudo. O costume, portanto. Já não uso a malinha da pucca, achei que era demasiado teen, agora estou a tentar disfarçar-me de adulta, numa espécie de Carnaval antecipado. Ai...
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14:53
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E se eu estava com vontade de voltar a correr para os meus pequeninos cá deste FimdeMundo, que diziam bacoradas com fartura e que me preenchiam os dias de belas pérolas de sabedoria, eis que noto um bom potencial neste FimdoMundo II. Atentem:
- ...ai sim? Gostas muito de matemática? Então e já pensaste na profissão que gostarias de ter quando fores crescida?
- Acho que vou para o desemprego e pronto.
Lá está!
Antigamente pegávamos em nós e tropa com eles, agora é mais o desemprego.
Tem 12 anos, muito boa aluna, mas como lhe disseram que para ir para a PSP tem de fazer testes, vai de ir para o desemprego, essa carreira de sucesso.
(Estou a gostar. Borradinha na cueca, mas a gostar.)
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Em todas as terras há um maluco. O maluco amigável que anda pela terra a dizer coisas sem nexo. Em Elvas temos o Júlio, que anda pelas ruas da cidade a apregoar quem morreu, dirigindo-se aos transeuntes com o inefável sabe quem morreu, D. Clotilde? Ao que damos a contra-cena: Quem foi, Júlio? E aí ele explica quem foi, se, por algum azar do destino dissermos não sei quem é, é bom que tenhamos uma casa para onde entrar, caso contrário ele começa a enumerar toda a árvore genealógica do defunto, e quando digo toda é mesmo toda.
Aqui temos o Paulo, descobri hoje o seu nome. É o Júlio cá do sítio. Em Elvas, visto que andava sempre com a minha avó(vizinha do dito) o Júlio vinha dizer-me coisas parvas e tal, mas eu habilitava-me a levar um encontrão se não respondesse a tudo direitinho, porque a minha avó gostava muito do Júlio que é assim mas é muito bom rapazinho. Um rapazinho que deve ter hoje 70 anos, mas vá.
Ora o Paulo é um bocadinho mais chato, menos simpático e muito mais chanfardo do que o Júlio. Enquanto que o Júlio tinha já uma função social de avisar o pessoal quem morria lá na terra, o Paulo limita-se a dizer cromices, repetindo até ao limite da pachorra a mesma coisinha. Hoje, por exemplo, disse-me assim: O éctáchi, dizem eles, é a pastilha do amor, mas eu acho que é vermelha.
Eram 10 da manhã. Não levou um encontrão porque vá lá, vá lá. E eu acordo bem, não tinha era a chave de casa e estava ali sem ter para onde fugir. Mental note: apanha as chaves ou levas com o maluco.
(Dina, hoje não sei o que arranjas para a sessão nostalgia.)
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11:47
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Esta noite, por volta das 3 da manhã, tomei uma decisão. Tenho por hábito pensar e repensar as coisas durante a noite, quando sou acordada pelo regabofe organizado pelo duo dinâmico felino cá de casa. Ora, a decisaõ de hoje foi tomada de forma solene enquanto me mexia na cama cheia de dores de barriga: o frasco da nutella vai para o lixo já amanhã. Lembro-me vagamente de acordar a balbuciar isto.
Se eu achava que o meu sonambulismo mais não era do que a minha psicanálise, esta da nutella e dos seus efeitos nefastos é uma maneira bem catita de ele me avisar que mais um frasco daquilo e fino-me.
Lembro-me também de gozar muito com o meu irmão por ele apanhar grandes dores de barriga assim que comia chocolates...Lá está, o eterno boomerang que é o meu karma. Também me ria da paranóia dele com o som do esferovite...Estou lixada. O estupor do karma tem boa memória.
E para aqueles que como eu cresceram a som da tve1:
Leche,
cacao,
avellana
y azúcar
NOCILLA!
(Isto tinha uma coreografia, vá escatológica, chamemos-lhe assim, NP, JP e Dina, digam lá de vossa justiça.)
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10:08
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