quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Vá, chama-me nomes, ó mariquinhas!

Começa o ano, começam as praxes, começa a lamúria das praxes.
É verdade que acontecem coisas do piorio, lá isso é. É verdade que os filhos de uma bovina que se intitulam Presidentes de Comissões de Praxes são os maiores badamecos lá do sítio, e que, passado o primeiro mês voltam a ocupar a sua cadeirinha de rato de biblioteca. É. E isso irrita, porque se até vivessem o raio do academismo no que ele tem no seu todo (desconheço esse todo, mas soou bem) ainda vá que não vá, agora estes grandes-malucos-intermitentes-porque-às-2 tenho-estar-em-casa já se atiravam aos picos.
Depois temos a questão da socialização e do conhecer pessoas. Treta. Eu não precisei de cantar silence 4 aos berros no meio da praça (enquanto tocava uma guitarra imaginária....) para socializar com ninguém, eu sou uma pessoa que socializa apenas e só quando quer.
Joguei tetris humano, fingi que era um burro ( e que bem que o imitei...), comi iogurte de maneiras impensáveis, deitei sangue do nariz devido ao sol na moleirinha, tomei banho numa água verde-visco...Um horror, portanto, mas estou cá.
Agora estes putos Morangos com açúcar que vão de portátil para a escola, ao volante do seu carro novo e com a roupa de marca não pode levar com chantilly no cabelo?? Mas trajar é fixe, não é?Pff....
Mariquinhas.
E a vida de estudante é MESMO boa, não aborreçam os que trabalham com aqueles queixumes do tenho tantas frequências este mês. Poupem-nos, sim?
Vá, suck it up, e vai lá pôr as cuecas por fora das calças, ó maricas. E lembra-te que eu posso apagar comentários cheios de rancor, logo, não percas tempo com isso e estuda, que é para isso que aí andas. Maricas.
Sim, foram 4.

5 comentários:

elvira carvalho disse...

Voltou p'rá Universidade? Fiquei baralhada. Hoje o post tem areia demais para a minha camioneta.
Um abraço

Cruxe disse...

Da minha praxe só me lembro de estar sentado à porta dos CTT, com um cartaz na mão a dizer qualquer coisa do género: Sou caloiro... não tenham pena de mim... não me alimentem... qq coisa do género.

Até foi fixe, principalmente tendo em atenção que quando chegámos ao meio da praça do Bocage, estavam lá os tipos do politécnico a fazer a praça de um lado até ao outro a rastejar...

ariba disse...

Ora aí está: quem não gosta não participa e pronto. Mas não participa em NADA! foi o meu caso da 2ª vez que fui caloira (porque mudei de escola): da 1ª vez achei a praxe ridícula, logo, da 2ª vez decidi não me sujeitar a isso. E a minha decisão foi respeitada. Ponto final.

Beijocas.

Emma disse...

É verdade. Cada um sabe de si!!!
Quando entrei na faculdade fiz a praxe porque não tinha nada contra, nem nada a favor e quem chega tem de se adaptar. Não me fizeram muito mal, não me humilharam. Houve umas coisas giras, mas no total foi simplesmente chato. Nunca praxei ninguém e continuo a não achar grande piada.
Ah e as pessoas q eu conheci nesse dia...naaaa...ninguém que valesse a pena.

Azula disse...

Passou-se...

Andas a ver esses programas ricos em fibras e tal e depois fiacs assim. Eu bem te avisei.
:)