3 anos mais tarde...
Uma pessoa pode mesmo passar de bestial a besta, ou vice-versa. No meu caso, aplica-se a segunda hipótese. Trabalho na mesma escola vai para 3 anos. Comecei por DETESTAR aquilo tudo, desde a cor das paredes à falta de simpatia das coleguinhas.
No ano passado a coisa mudou, basicamente porque deixei de me massacrar, e comecei a ir trabalhar sem querer saber se o pessoal andava carrancudo ou não. Quem gosta, gosta sempre, e quem não gosta...olha, azarito.
Se calhar senti-me mais olhada de lado do que efectivamente fui, porque sei que quando uma mania de perseguição começa a tomar forma consigo ser bastante psicótica...
Seja como for, ao fim de 3 anos de alguma luta diária em fazer valer a minha maneira de estar, de ser e de trabalhar, gosto de estar onde estou, com quem estou.
Nada me deixa mais feliz do que ouvir as professoras titulares dizerem-me que me preferiam a mim como professora dos alunos delas. Pode parecer falta de modéstia, mas acho que mereço algum reconhecimento ao fim deste tempo.
Estas coisas parecem uma palermice, mas dão-me vontade de trabalhar mais, mesmo que seja um remar contra a maré, que o é, sem dúvida.
8 comentários:
Lembro-me de poucas coisas piores (muito porque nem estou a pensar nelas) do que uma professora sem brio no seu trabalho ... parabens principalmente porque não é facil e muito menos a remar contra a maré..
Agora trabalhas com muito mais gosto e isso se calhar nota-se também..
*BJS*
Nada que mais nos incentive e nos orgulhe do que o reconhecimento do nosso trabalho.
Um abraço
o reconhecimento por um trabalho bem feito é sempre agradável...
:o)))***
muito bom o post, foi bom vir aqui.
Um bom final de semana.
Maurizio
Maria, então estás de parabéns. :) Eu acho sempre que remar contra a maré nos faz em primeiro lugar mais fortes e por outro candidatos a vir a colher frutos.
Clap, clap, clap!
Até que enfim que veem o valor desta menina!
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